Processo seletivo, o começo do diferencial
Os custos de um processo seletivo bem como o processo de demissão, são altíssimos, por isso, cada vez mais, se exige dos profissionais de Recursos Humanos um grande preparo.
O perfil das vagas, deve ser muito bem elaborado e discutido, buscando com isso, evitar ao máximo, falhas na contratação que acarretará demissão precoce. Porém, ao definir o perfil, deve-se procurar o profissional que se encaixe exatamente dentro do mesmo, pois ultimamente temos vivenciado empresas, que por terem urgência na ocupação destas vagas, contratam alguém de perfil parecido, ou até mesmo, alguém que nada tem a ver com o perfil desejado, chegando até, em algumas situações, a fazer comentários como: “contratamos o menos pior”.
Esta atitude causa prejuízo financeiro e desgaste as empresas, aos colaboradores que foram admitidos, além de desmotivar, causar apreensão e insegurança nos colaboradores que já trabalham na empresa e arranhar a imagem da empresa perante aos clientes que ficarão insatisfeitos com o atendimento recebido, enfim, todos perdem.
Além de ter um perfil bem definido, o processo seletivo precisa ser claro e transparente, onde devem ser passadas todas as informações pertinentes a vaga, como salário, benefícios, horário de trabalho, política de promoção, perfil da empresa, perfil da vaga, trabalho a ser executado e assim sucessivamente, tudo para deixar os candidatos cientes do que a empresa oferece e espera, evitando com isso problemas posteriores.
Dentro de um processo seletivo para se contratar um profissional de atendimento, devemos buscar as seguintes competências: ser pró-ativo, ser responsável, gostar de trabalhar em equipe, gostar de gente, gostar do desafio de resolver problemas, ter disposição para ouvir (ser bom ouvinte), ter concentração, imagem, saber se comunicar de forma clara e objetiva e ser paciente.
Definidas estas competências, o processo seletivo deve conter dinâmicas e entrevistas baseadas nelas, pois hoje em dia, muitas empresas faz um processo seletivo onde algumas dinâmicas e entrevistas nada tem a ver com o perfil da vaga requerida, começando aí os problemas. Não que seguir o que sugerimos acima leve as empresas a acertar 100% dos casos, mais com certeza, os erros serão bem menores, tendo custos menores e colaboradores satisfeitos e motivados. Lembrem-se sempre, colaborador certo na vaga certa é bom para a empresa, bom para os colaboradores, bom para os clientes.


14 de junho de 2013
Concordando com o texto onde, principalmente em áreas de atendimento, o fator tempo de contratação conta muito, devemos redobrar nossos cuidados no processo seletivo. Acrescentaria que um desafio para a área de RH é inovar sempre o processo seletivo, tendo como foco a melhor estratégia de contratação e retenção das pessoas (não só de talentos!!). A contratação deve ir além de preencher uma vaga. A linha de pensamento deve ser: como este profissional fará diferença na equipe, no atendimento da empresa, na imagem que a Empresa passará a quem entrar em contato com ela e mais, contratando pessoas dentro deste perfil, como estaremos daqui há 5 anos, por exemplo. Acho que INOVAÇÃO é a palavra da vez, porque nos faz realizar o exercício de pensar e repensar nossos processos.
20 de junho de 2013
Elenice, boa tarde!
Muito oportuna e enriquecedora suas colocações e concordo plenamente com o fato da INOVAÇÂO ser a palavra da vez. Quem não INOVAR, seja no processo seletivo, seja no atendimento, seja no produto e na forma de gerir pessoas, ficará fora do mercado. Espero encontrá-la aqui mais vezes. Um grande abraço.
29 de junho de 2013
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